A Lei n.o 14/2013, de 12 de Agosto, estabeleceu um novo regime de Prevenção e Combate ao Branqueamento de Capitais e Financiamento ao Terrorismo em Moçambique e o tempo demonstrou ser necessário orientar a actuação das instituições financeiras, que nos termos da referida Lei se encontram sob alçada de supervisão do Banco de Moçambique. Nesse sentido foi então publicado o Aviso n.o 4/GBM/2015, de 17 de Junho que estabelece os procedimentos e medidas de prevenção e repressão ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.

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O Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, declarou estar a fazer tudo ao seu alcance para que o País permaneça em paz quando falava para os jornalistas moçambicanos em Abidjan, que o acompanharam à Assembleia Geral Anual do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), e em reacção a observações feitas pelo líder da Renamo, Afonso Dhlakama, que alegou que se iria encontrar com Nyusi no prazo de 45 dias para assinar um acordo que poria um fim ao que ele apelidou de "crise pós-eleitoral". Este acordo seria, então, submetido à Assembleia da República para se tornar efectivo.

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A taxa de câmbio da moeda moçambicana, o metical, mostrou sinais de estabilização em Abril, após três meses de forte desvalorização frente ao dólar, de acordo com o porta-voz do Banco de Moçambique, Waldemar de Sousa, no primeiro trimestre do ano, o metical perdeu 9,52 por cento do seu valor em relação ao dólar. Destaca-se uma maior procura por parte do cidadão comum, tentando comprar dólares nos bancos comerciais.

 

O Presidente Moçambicano, Filipe Nyusi exaltou, num dos seus últimos discursos a unidades nacional como base para os grandes desafios que País almeja alcançar. O discurso foi em Nwajahane, distrito de Mandlakazi, na província meridional de Gaza, no âmbito da "presidência aberta e inclusiva", declarando: "Eu não quero ser Presidente de um País dividido".

 

Após prolongada discussão a Lei da Revisão do Código Penal (Lei n.o 35/2014, 31/12), foi publicada no Boletim da República do dia de 31 de Dezembro de 2014. O debate em torno desta lei foi bastante participado pela sociedade civil moçambicana e dos seus vários quadrantes foram dados importantes contributos para que se tenha agora conseguido materializar esta lei. 

 

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